Informalidade, que já era alta entre trabalhadoras e trabalhadores domésticos, subiu e não contempla direitos básicos “É como viver no escuro”. É assim que a cuidadora Ana Mara Ferreira Vicente, de 61 anos, moradora de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, define a sua vida sem as garantias da Consolidação das Leis do Trabalho, a CLT. “Estou […]