Pelo fim da escala 6×1 e por direitos, contra a ultradireita e os ataques do governo Lula. Baixe materiais do 1° de Maio

Fonte: CSP Conlutas

Em São Paulo, manifestação teve local reagendado para a Praça da República, às 9h

Tomar as ruas na próxima sexta-feira, 1º de Maio, data histórica da classe trabalhadora em todo o mundo, é a tarefa colocada para defender direitos e ir à luta pelas reivindicações da nossa classe. Precisamos construir um forte dia de mobilização, denúncia e resistência contra os patrões, a extrema direita, o governo Lula e demais governos que seguem aplicando ajustes contra o povo.

A CSP-Conlutas chama suas entidades e movimentos filiados, a juventude e ativistas a construírem um 1º de Maio classista, combativo e internacionalista.

  • Baixe aqui materiais de convocação

Abaixo seguem modelos de panfleto, cards para as redes sociais, faixa e pirulitos.

A arte é editável no Canva. Lembre-se de criar uma cópia para ajustar as informações de sua região, mantendo a versão original para outras entidades.

PANFLETO: https://canva.link/panfleto1maiocspconlutas

CARDS PARA AS REDES SOCIAIS: https://canva.link/ci1x5qh8oh5eagz

FAIXA 3M: https://canva.link/72uc5dvxunrq3gz

FAIXA 5M: https://canva.link/yd3g2y5ckg3wxgd

PIRULITOS: https://canva.link/siimz56327xegjf

  • Nossas reivindicações:

Fim da escala 6×1 e redução da jornada, já!

Uma das principais bandeiras deste 1° de Maio, sem dúvida, é o fim da escala 6×1, símbolo de um regime de superexploração que rouba a vida de milhões de trabalhadores, e a redução da jornada de trabalho para 36h, sem redução de salário, já!

No momento em que no Congresso, deputados da ultradireita estão articulando para impedir e desvirtuar nossa pauta, e o governo Lula se propõe a conciliar para atender os interesses patronais, só a mobilização pode impedir qualquer ataque e garantir a conquista das reivindicações.

Basta de feminicídios!

É inaceitável a epidemia de feminicídios. Mulheres seguem sendo assassinadas, violentadas e submetidas à dupla exploração, no trabalho e dentro de casa, sem políticas efetivas de proteção do Estado.

Levaremos às ruas a luta em defesa das mulheres trabalhadoras, exigindo o combate efetivo à violência machista, e financiamento público para proteção às vítimas e punição aos agressores.

Contra privatizações e em defesa da soberania

O 1º de Maio também levantará a bandeira da luta contra as privatizações e em defesa da soberania nacional. Não aceitaremos a entrega das riquezas do país ao capital estrangeiro e aos grandes grupos empresariais.

Defender as terras raras, os recursos naturais, os serviços públicos e a criação de empresas estatais estratégicas, como a Terrabrás para controlar a exploração dos minerais críticos, é parte da luta para colocar a economia a serviço das necessidades populares, e não dos interesses do mercado.

Basta de arcabouço fiscal e reformas neoliberais

Enquanto faltam recursos para saúde, educação, moradia e direitos sociais, sobra dinheiro para garantir lucros recordes ao sistema financeiro. Estaremos nas ruas contra o Arcabouço Fscal e a reforma administrativa do governo Lula, que mantém a lógica de cortes nos investimentos sociais, ataques ao funcionalismo e subordinação do Orçamento do país aos interesses dos banqueiros.

Queremos a revogação das reformas Trabalhista, da Previdência, a Lei das Terceirizações Irrestritas.

Demarcação de territórios e reforma agrária, já!

A defesa da demarcação das terras indígenas e da reforma agrária também estará no centro das mobilizações. O avanço do agronegócio, da mineração e da grilagem segue impondo violências aos povos originários, tradicionais e camponeses, destruindo territórios e colocando o lucro acima da vida. É preciso enfrentar a concentração da terra e garantir a defesa do meio ambiente, soberania alimentar, reforma agrária e respeito aos direitos dos povos. Não à privatização dos rios da Amazônia! Fora Belo Sun do Xingu!

1° de Maio é dia de luta! Em SP, ato será na Praça da República

Estaremos nas ruas em São Paulo e em diversos estados do país para dizer não ao aumento da exploração e da precarização e exigir o atendimento de nossas reivindicações.

Em São Paulo, o governador Tarcísio quis impedir que nos mobilizássemos nesta data histórica. Também pudera. É um governo inimigo dos trabalhadores, do povo pobre . Está privatizando e acabando com o serviço público, espalhando a violência policial e o terror na periferia. Mas os trabalhadores, a juventude, os oprimidos, os movimentos populares estarão nas ruas.

Diante da ofensiva da extrema direita e das políticas de conciliação do governo Lula, que preservam os interesses capitalistas, o 1º de Maio precisa ser um marco de independência de classe e de construção de resistência. Vamos às ruas e à luta!

Em São Paulo, o ato será na Praça da República, às 9h. Nos demais estados, atualizaremos as informações dos atos agendados em breve.